"A garota era um labirinto, todas as paredes mudavam constantemente, mas queria ser querida, ser indecifrável, queria ser uma personagem de algum livro intrigante, ela queria ser livre, queria ser tudo que fosse impossível e instável..."
1 2 3

“Coração partido dói. E você chora ininterruptamente por trinta e quatro minutos, trancada no banheiro e abraçada com aquele bichinho de pelúcia da sua idade que foi presente do seu pai, esperando que a dor passe, ou ao menos que a intensidade dela diminua. Ah, piada! Dor de coração partido não diminui não, menina. Só aumenta. E se entranha no peito. E se multiplica. E machuca. E desatina. E mata. Não importa se você chore trinta e quatro ou sessenta e dois minutos; dor de coração partido só passa quando se conserta. E quando você quebra algo, pode-se até consertar, mas as marcas ficarão para sempre visíveis. Dor de coração partido dói pra sempre.”
Suas Palavras Me Devoraram, Letícia Sales.  (via chadascincohoras)


“Tem que dançar charmoso, ser irônico, ser calmo, porém macho (ou seja, não explodir por nada, mas também não calar por tudo). Tem que ser meio artista, mas também ter que saber cuidar dos meus problemas burocráticos. Tem que amar tudo o que eu escrevo e me olhar com aquela cara de: essa mulher é única.”
— Tati Bernardi (via quesejadoce-sempre)


“Romantismo, vai ver se estou ali na esquina. Se eu estiver, senta pra beber comigo que precisamos conversar sobre o porquê de você não ir muito com a minha cara.”
— Tati Bernardi (via desperte-se)


“Mas que as vezes dá vontade de desistir dá, as vezes dá vontade de chegar perto e dizer: Hey o mundo não seu, que prevaleça a vontade de todos; Mas o mundo também não é meu. E as vezes da vontade de largar tudo, pegar uma mochila com meio litro d’agua e sair pra conhecer esse Brasil todo, e conhecer também o exterior. Conhecer cada canto onde sopra o vento. Fazer novos amigos, conhecer novas pessoas, aprender novas canções. Mas não faço nada disso, continuo com as mesmas caminhadas pra casa, ouvindo as mesmas ladainhas, sendo a mesma pessoa. E ai bate aquela ego inflado aquela fala de ”Eu sou madura o suficiente”, mas não, não sou. E o que é o suficiente? E bate duvidas também, e é normal. Quanto tempo dura o nunca? As vezes da vontade de abrir a mente e sair de lá, ir prum’ lugar verde onde alguem me conte uma historinha sobre um reino distante de nome curioso. E vale lembrar que nem sempre sou tão compreensiva assim. As vezes dá uma vontade de mandar todo mundo pro inferno, até aqueles que amo muito, mas também não o faço. Forço uma risada, conto uma piada, olho pro céu e conto até três. Três estrelas cadentes. É que amo de mais cara. E taí o problema de tudo, mesmo que tu ame muito, ninguem (principalmente quem você quer que saiba) jamais saberá o quanto. É bobagem dizer pois é que não sabe que tudo demais cansa? As vezes bato a cabeça no travesseiro e choro, choro mesmo sabe? Aqueles soluços reprimidos, dá falta de ar, mas eu paro porque eu me não sei porque tô chorando. Chorei para aliviar dores que não sei se eu tinha, nem sei quais são. E ai eu começo a sorrir assim do nada também, e dá vontade de abraçar a primeira pessoa que passa na rua. É quase três da manhã, mas dá vontade de mandar aquele sms para aquele amigo com um boa noite só. Um boa noite disfarçado de te amo. E ai eu suspiro, porque jamais vou entender essas coisas que acontecem comigo, e por mais egoista que seja quanto se trata de sentimentos, sei que não sou a unica a me sentir assim. Mas Raul estava certo, assim como muita gente estão certos e a gente não percebe. E la nos teus ultimos verso Raul disse tudo: ”Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. ”
Bárbara Matoso em tô com sono + pessoal demais. Amanhã vou me arrepender de ter postado isso. (via procenio)